segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sobre a dança

Diante de acontecimentos recentes, me vi desejosa de dizer ao mundo o que penso sobre a dança, não aquela da comemoração ao gol do seu time, mas a dança que se faz ao Amado de Nossas Almas.

Pois bem, antes de mais nada, quero deixar claro que respeito cada opinião, ainda que não esteja de acordo com o que penso, e da mesma maneira, gostaria que fizessem comigo.

Há muito tempo entendi que meu ministério não estava na ponta dos pés, mas no som da minha voz. E com isso me acalmei. Nunca fui boa em ritmo, me perco facilmente na movimentação dos pés, e meu corpo nunca foi o ideal para a dança clássica, embora eu ame assistir a apresentações de balé, porque, no fundo, por alguns instantes, me torno a bailarina que nunca pude ser.

Mas, de uns tempos pra cá, venho entendendo que existe um lugar em que posso dançar livremente na presença da única pessoa que realmente importa: Meu Lindo Noivo Jesus.

Não é que eu não concorde com a coreografia hoje largamente difundida nas igrejas; não é bem isso. Mas eu acho que passinhos ensaiados não conseguem ter a mesma profundidade na adoração do que a dança no espírito.

Quando danço, danço para o Senhor, e não para que outros me vejam, analisem e observem meu corpo e meus movimentos.

Tenho descoberto um momento único na adoração em que a voz já não consegue expressar tudo aquilo que vai no meu coração; e então eu danço. Não uma dança de mim mesma, criada por movimentos sincronizados e precisos, não uma dança do meu próprio entendimento.

Mas uma dança gerada no espírito pelo Espírito; uma dança que só eu e Ele podemos entender e acompanhar.

Uma dança que não exige movimentos bruscos, coreografados ou lógicos. Apenas a dança da Noiva e do Noivo.

E depois disso tudo, tenho a certeza ainda maior de que meu ministério não é a dança; até porque, tenho minhas dúvidas quanto a isso. Mas, ainda assim, minha dança é exclusiva dEle, apenas para Ele. E eu nunca que quereria atrapalhar isso colocando na cabeça que quero participar de algum grupo que "dança para o Senhor". Eu respeito, e se é de coração, sei que o Senhor recebe. Mas isso não é para mim.

A minha dança é só minha e dEle, de mim, pra Ele. Sem outros olhares, sem outros passos, sem outros alguéns, só eu e Ele; porque é apenas nEle que eu encontro o ritmo da dança...

Saudades eternas, até te ver, Amado Noivo...

Rachel=)

Contagem: 04!!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ia esquecendo: 05!!

O odre

"Não dá pra ser cheio se não há espaço vazio"; começo a pensar que muitas vezes temos confundido as coisas.
Nos orgulhamos porque já entendemos que podemos ser odre novo e não apenas aquele odre velho, roto, que não suporta a pressão do Vinho que ainda tem que fermentar.

Entretanto, o que tenho visto são muitos odres cheios, e só isso.

As pessoas tem se acostumado ao fato de estarem cheias com Vinho velho, passado. O Vinho deve ser bebido a cada dia, enchendo o odre a cada momento.

É como se ele tivesse que estar com um furo, nunca enche totalmente, nunca esvazia completamente.

Fico triste quando vejo pessoas tentando limitar o agir do Espírito, ou pessoas que acham que Deus só vai até certo ponto, e depois daquilo, ela não precisa de mais nada.

Eu entendi, finalmente, que não dá pra viver da Unção de ontem, do Vinho de ontem, da Comunhão e Intimidade que desfrutei ontem. É necessário a cada encher-se, sem ter medo de despejar no solo o que restou da última visita à adega do Senhor (que por sinal, sempre, sempre terá muito Vinho para se beber e embriagar!).

Quero viver apenas o hoje, depender de ser cheia no hoje, e não estar com o Vinho guardado de ontem. No hoje, quero beber tudo que posso, quero nadar no Rio mais profundo, porque amanhã, haverá muito mais, e eu não quero estar limitada por aquilo que fiz ou recebi hoje.

Sexta-feira começa do Conjuban (é isso aí, Gabi e Cyntia); sei que serão quatro dias de ministrações profundas e de conhecimento de novos limites em Deus. E eu quero viver intensamente cada oportunidade de estar na Presença dEle. Quero desfrutar da intimidade que ninguém nunca foi; quero beber do Vinho novo sem reservas, sem medo de ficar bêbada e precisar ser carregada, sem me prender ao que recebi hoje ou ontem, mas viver apenas o momento!!!

Afinal de contas, ser odre novo não basta, tem que ser odre vazio, porque o que já está cheio não pode ser preenchido.

Com sede e fome,

Rachel=)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Contagem: 07!!!

Como pode, e pensar que eu comecei a contagem oficial em 118 dias!!!

Já estou com a lista pronta, espero não estar esquecendo nada.

Não vejo a hora!!!!

P.S.: Acabei de lembrar de algo que já estava esquecendo: remédios!!!!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

As coisas que me acontecem

Alguém consegue me explicar porque essas coisas só acontecem comigo???
Será que eu tenho algum imã de situações constrangedoras, que acabam por atrair pessoas inconvenientes??
Só pode ser isso, não há como ter outra explicação.

Eu tento não ser mal educada, mas é que as vezes o momento exige uma tomada de decisão mais drástica, numa tentativa de demonstrar que aquela situação não condiz com a sua realidade.

Sabe aquele tipo de pessoa que não te vê há anos e já vem com perguntas indelicadas e querendo filosofar o que poderia ter acontecido e não aconteceu? Pois é, para os que realmente me conhecem sabem que eu não sou dessas dispostas a ouvir ladainha.

Como não posso falar muito, senão eu acabo me enterrando viva, vou ficando por aqui com a minha indignação da indiscrição das pessoas.
E por falar em ser discreta, como sempre digo: "Minha mãe não me ensinou a ser discreta quando as pessoas são indiscretas".

Abraços

Sua sempre

Rachel=)

Contagem: 08

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Contagem: 09

Acho que vou fazer a contagem regressiva aqui também.

Hoje não tenho nada de especial para fazer com relação à viagem, mas nos dias que tiver, eu coloco.


Rachel=)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Paz

Nesse instante, não há nada no mundo inteiro que se compare a essa intensa sensação de paz; saber que estou no lugar certo, na hora certa, com a decisão certa.

Ouvir a direção do Espírito e atendê-la. Resultado? Paz!

Por vezes venho dizendo que a cruz requer negação; Cristo disse que quem quisesse segui-lO deveria negar-se a si mesmo. É fato.

Chega um dia, num determinado ponto da sua vida, que nenhuma decisão mais consegue escapar ao crivo do Espírito. Se a ideia não é dEle, você vai saber. E isso vai te incomodar, até você tomar a decisão certa.


"Paz, quão grande paz, é quando eu vou dormir, e ouço os Seus passos" 
Heloísa Rosa

Quero viver essa realidade todos dias; independente das circunstâncias, sem olhar para o mundo lá fora; só eu e o Senhor, nessa paz que inunda o meu ser, que apenas Ele pode oferecer.

Sua sempre,


Rachel=)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

É tempo de ouvir

Um dos meus primeiros posts foi "Quando Ele fala na brisa" (ou algo assim); hoje queria repeti-lo, mas com uma ênfase diferenciada: Estando no lugar certo para ouvir.

A voz tem uma extensão que pode percorrer; se eu gritar, quem estiver num certo raio de distância ouvirá, além disso, será impossível.

Isso me faz pensar que para ouvirmos o que Ele tem a nos dizer, faz-se necessário estar no lugar certo aonde podemos alcançar a Sua voz.

Há uma música que diz: "Me leva aonde eu possa ouvir Tua voz, aos Teus pés"

Não há lugar melhor para se estar do que nesse lugar; o melhor lugar, a melhor escolha. Há um lugar aonde a Sua voz é alta e clara, é constante e segura. E é nesse lugar que eu quero estar.

Chego a conclusão cada vez mais que não adianta grandes movimentos, grandes realizações, grandes shows; só há um lugar aonde pode-se ouvir: aos pés do Amado.

Para falar é fácil, em qualquer lugar é lugar para falar. Mas para ouvi-lO é preciso esforço, é preciso decisão, preciso atenção.

Hoje meu post é uma oração, um desejo, um desafio: Busca-lO, pois Ele quer ser achado; Encontra-lO, e desfrutar da intimidade que Ele tem a me oferecer.

Te amo, Senhor; Tu és a razão de todo o meu existir!!

Sua por toda a eternidade,


Rachel=)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Rotina, sim; Monotonia, não

Dona Cisquinha, essa vai especialmente pra você, com todo amor e carinho que lhe é devido!

Muito embora as pessoas ao meu redor tentem me convencer de que a monotonia é natural para o ser humano (é claro que não estou falando de você) eu me agarro ao meu coração que grita constantemente que NÃO!!
Eu quero poder viver a aventura da vida; acho que mesmo que tenhamos uma rotina, ela não precisa ser monótona!!

A vida é feita de hábitos; afinal de contas, é necessário, dormir, acordar, comer, trabalhar, estudar
Mas daí a tornar a rotina em monotonia eu não quero.

Minhas dicas são:

Pense sua vida como um presente, faça seus planos e realize-os
Além disso, planeje se dar pelo menos um final de semana por mês
Simplesmente pra você... 
Faça um bom passeio, vá a um clube, cinema, parque...
Saia com as amigas ou com o namorado!! 
Se divIrta sem justificar nada pra ninguém, apenas à sua própria consciência

Tente levar o trabalho não tão a sério
Se permita não ultrapassar seus próprios limites
E faça planos, muitos planos
Escreva-os, pinte-os, cole-os numa folha de cartolina
Faça o que for, mas coloque seus planos literalmente ao seu alcance

Sinta-se bem pela manhã pelo simples fato de estar vivo
Sei que parece meio clichê, mas é a mais pura verdade
A gratidão ainda é o melhor remédio para o tédio
Sorria mais, ame mais, chore mais, afinal de contas, as vias lagrimais agradecem
Não se prenda em seu próprio mundinho, existem pessoas que precisam de você

Há um mundo inteiro para se conhecer, então conheça-o
Mas antes de se aventurar pelos sete mares
Aventure-se pelo seu próprio mundo
Conheça suas qualidades e seus defeitos
Defina suas teses e seus princípios
Descubra seus verdadeiros amigos e sua vocação
Permita-se o prazer de desfrutar de uma refeição saborosa sem se preocupar com as calorias 
Vá a praia e use protetor solar,
Mergulhe no mar e deixe as ondas bater no seu corpo 
Elas te ensinarão que as coisas vão e vem, mas o mar nunca fica vazio

A vida deve ser vivida com o coração, acima de tudo
Afinal de contas, a felicidade só depende de ser...

Sua sempre,

Rachel=)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Os ventos que, às vezes, tiram algo que amamos são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar.
Por isso, não devemos chorar pelo que nos foi tirado.
E sim aprender a amar o que nos foi dado.
Pois tudo aquilo que é realmente nosso nunca se vai para sempre."
Fernando Pessoa

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A vida é agora

Já disse isso outras vezes, mas vale a pena repetir: "Por vezes, uma página da história precisa ser rasgada, e não apenas virada".
Tenho aplicado esse princípio em minha vida há algum tempo, e posso dizer, sem dúvida, que dei o passo certo.

O ontem, bem como o amanhã, não existem; não há como modificar o que já se foi, nem mesmo sofrer pelo como será. Ainda mais eu, que planejo, planejo e nem sempre (ou melhor, praticamente nunca) as coisas saem como deveriam.

Só temos o hoje; hoje para ser feliz; hoje para amar; hoje para chorar ou brincar. Nesse dia que se chama hoje é onde quero depositar meus sonhos, meus créditos, minhas expectativas, minhas esperanças.

Viver o agora, respirar o momento é o que realmente importa. Não posso esperar para ser feliz quando realizar aquela viagem, ou conhecer aquela pessoa, ou me formar naquele curso ou conseguir aquele emprego.
Até porque, a felicidade é SER, e não TER; ser feliz é ser e ponto. Não depende do ter, do estar; se se É feliz, ainda que hajam motivos para ESTAR triste, a felicidade ainda é real, porque ele simplesmente existe, com raiz e tudo, dentro do SER.

E o que é aproveitar a vida? Pra mim, é estar bem naquele momento único da vida, ou seja, no hoje!! As vezes dormir a tarde inteira é sim aproveitar a vida; assistir um filme, estudar, passear, trabalhar. Tudo isso pode ser incluido facilmente no conceito de aproveitar a vida, porque momentos grandiosos são importantes, mas o que realmente importa é viver os momentos mais simples com o máximo de apego!

Nesse ano decidi viver ao máximo o melhor da minha vida, seja estando em família, seja numa viagem tão sonhada, seja trabalhando com afinco, seja estudando para as provas que virão. Só quero poder olhar, no final do ano de 2010, para os doze meses que se passaram, e respirar aliviada, estando certa de que vivi todos os momentos intensamente, tenham sido eles de sono, de euforia, de aventura.

A vida é agora. A vida é no que dia em que chamamos hoje. A vida é no presente, porque a vida é um presente.

Sua sempre,


Rachel=)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

É 2010!

Finalmente esse ano começou. Um ano que apresenta-se como um ano de desafios e decisões.
O ano que se passou foi um período de grande apredizagem e aprimoramento. Cresci, amadureci, conheci. 

Esse ano é tempo de colocar em prática tudo aquilo que foi aprendido.

Cada escolha exige abrir mão da outra alternativa; toda decisão importa em renúncia. É tempo de viver sem medo, de plantar sementes de sonhos, para colher grandes realizações.

2010. É agora. Já é hora. Viver. Sonhar. Acreditar. Desfrutar. Decidir. Estudar. Ganhar. Amar. Chorar. Ter. Dar. Ser. Simplesmente viver.

Cheguei até aqui, em meio a saudades, tropeços, lágrimas, chuva. Mas também houve vitórias, conquistas, amor, bondade, graça, e, principalmente, misericórdia divina.

É tempo de viver aquilo em que acredito em sua plenitude. Defender meus princípios. Proclamar a fé. Ensinar o Caminho. Abrir horizontes. É agora o momento de ser tudo aquilo que eu posso ser aos olhos do Criador.

Feliz 2010, Ano das Decisões.

Abraços

Sua sempre aqui,


Rachel=)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Com atrasos...

Já estou querendo sentar em frente a essa máquina há dias, mas uma junção perfeita de preguiça e falta de tempo me impediram.

Aconteceram tantas coisas, foram tantos títulos de posts perdidos: verão, sorvete... e resfriado, esse era para contar como eu estava passando por uma crise de rinite, segundo minha mãe; mas já passou, então de nada adianta colocar um post super atrasado. O outro era Mundo de Fantasia; era pra contar da parada Disney que teve semana passada; um mundo encantado bem diante os meus olhos; mas também está muito atrasado para isso.


Ainda tinha O Churrasco - parte final; era para relatar os desastres que rodearam o dia do "almoço-churrasco", como não ter arroz, a dona da casa não saber aonde ficam as panelas ou ainda eu esquecer de entregar o presente que levei!! Mas no final, deu tudo mais ou menos certo, comi bastante salada e não fugi muito do meu projeto "Verão sem Canga".

Talvez o único post que ainda está em tempo é "Luzes e Cores, Férias e Fantasia": ontem fui ao Parque do Ibirapuera, assistir ao show da fonte que dança... acredite, ela dança mesmo!!! Foi simplesmente lindo, uma sensação única de paz e tranquilidade! Tinha tudo para não dar muito certo: muita gente, chovendo, lama para todo lado... mas, ainda assim, foi espetacular; valeu a pena em cada segundo. Agora me pergunto: como uma coisa tão simples, tão singela consegue nos elevar a uma experiência tão encantadora.








Provavelmente, esse será meu último post esse ano, essa semana já estarei viajando para a "reunião de família" (!), então, para meus leitores FELIZ ANO NOVO!!!!!

Até 2010!!!!

Abraços e beijos

Sua sempre,

Rachel=)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Organizar festas

A última vez que me propus a organizar uma festa foi no meu aniversário de 21 anos, em maio desse ano. Quando digo que surtei, não estou empregando uma hipérbole (figura de linguaguem que traduz o exagero na expressão do locutor); eu surtei mesmo. Minha mãe teve que me obrigar a ficar em casa na véspera da festa, sem poder ir para a faculdade ou para o serviço, porque eu estava para ter um ataque nervoso.
Minha pálpebra (não lembro se a direita ou a esquerda) piscava sem parar, de nervosismo. Eu tinha enjoos e ataques de choro!

Mas passou, a festa foi linda, e tudo se resolveu.

Até antes de ontem, quando resolvi assumir o "almoço-churrasco" de final de ano aqui do serviço. Explico: para mim e algumas outras meninas, iremos a um almoço; para os homens, será apenas o churrasco!!!!! Já viu a confusão, né??

Pensa, organizar um "almoço-churrasco" para não sei ainda quantas pessoas, com um dinheiro que ainda não tenho porque ninguém contribuiu. Até definir o local foi uma bagunça! Casa A ou Casa B? Casa A tem isso, isso e aquilo. Casa B podemos fazer assado, cozido e frito! Decidimos pela Casa B, no final!

Ah, "quanto menos trabalho melhor"!! Quem diz esse tipo de coisa tá querendo dizer na verdade que ele não vai mover uma palha para que as coisas aconteçam, mas espera que tudo esteja lindo e gostoso na hora que for participar! Não se fazem mais mulheres como antigamente!!!

Após uma lista enorme de itens, que eu, particularmente, reduziria para um terço, e definir um preço X para que todos contribuissem, lá fui eu, atrás das pessoas, esperando uma confirmação de sua presença. Dos quase 30, menos de 15 confirmaram, e ninguém deu o dinheiro.

E vale ressaltar que hoje é o último dia que nos vemos, agora, só no "almoço-churrasco"!!! Eu mereço essas coisas.

Ontem tive que comer uma bela salada de frutas com leite condensado para ajudar a desestressar.(o que não ajuda em nada o meu projeto do "Verão sem Canga"). E o conselho do "almoço-churrasco" (meus cinco colegas, que junto comigo, estão mais ou menos organizando, ou, no mínimo, dando palpites) ainda não ajuda muito dizendo frases como: "Deixa comigo, que na hora eu resolvo" ou "Vou dar uma olhada no final de semana".

O último evento do ano será na quarta-feira próxima, até lá, tem muita coisa para comprar, cozinhar e organizar!

Vou tentar não surtar dessa vez...

Aos meus leitores, abraços saudosos

Sua sempre, 


Rachel=)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O conselho certo

Hoje, tenho uma história de amizade, amor e cuidado.

"Era uma vez uma Menininha. Não sabia se era doce de criança ou meiguice de mulher. Era apenas a Menininha.
Essa Menininha tinha uma grande amiga, amiga, não, irmã. Ela era sua confidente, sua melhor amiga, sua irmã mais velha de pais diferentes.

Um dia, a Menininha e sua amiga se viram obrigadas a se separar, porque os pais da Menininha se mudaram para outra cidade. Mesmo assim, elas continuaram melhores amigas e a amizade continuou a crescer.

Certa vez, a Menininha estava com um grande problema: precisava tomar uma decisão muito difícil. Ela gostava de doce de leite, muito, muito, muito. Só que sua mãe havia dito a ela que não poderia comer, porque se comesse, passaria muito mal.

A Menininha, por muitos dias, nem sequer pensou no doce de leite, tinha outras coisas para comer, como pipoca, algodão doce e chicletes. Tudo isso podia ser comido sem culpa, sem causar nenhum dano ao seu corpo. E a Menininha estava muito feliz, principalmente porque outras pessoas já haviam dito que ela nunca conseguiria ficar sem comer doce de leite, seu preferido.

Só que o dia da decisão chegou: ela ia para uma festa, aonde sabia que teria muitos doces de leite, e além disso, sua mãe não estaria por perto. Só cabia a Menininha escolher comer ou não seu doce mais preferido de todos.

Ela estava muito confusa, se sentindo culpada por ter medo de não conseguir não comer o doce de leite e acabar passando mal e deixando sua mãe triste. Aí ela foi conversar com sua melhor amiga.

E ela lhe deu o conselho mais certo que poderia dar: se ela comesse o doce, ela passaria muito mal e entristeceria sua mãe, mas depois, ela poderia ficar bem. Só que, até ela ficar bem, ela teria muitos dias tristes, muitos dias sem poder comer pipocas, balas, bolos e chicletes. Ficaria no hospital e não poderia passar muito tempo com sua mãe. Um pequeno docinho levaria a Menininha a perder tudo aquilo pelo que lutara, decepcionando aqueles que mais a amavam, além de provocar uma dor terrível em seu corpo.

A Menininha entendeu. Valia a pena negar seu maior desejo por amar sua mãe, por querer viver com saúde. Mesmo sabendo que, se comesse, muitos dias depois poderia ficar bem, o custo para tudo isso era alto demais, além do que, o doce de leite não era tão bom assim, como aquele doce de amendoin que estava guardado no armário da sua mãe para o dia de Natal.

Hoje, a Menininha chora de alegria, porque sabe que sua melhor amiga a ama tanto assim, e tudo que ela pode dizer é: TE LOVE YOU."

=) 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O valor da amizade

Vocês, que me conhecem bem, sabem que eu não sou dessas que conseguem escrever o que planejei. Pois bem, desta vez, nem mesmo sabia por onde começar, só sabia que precisava escrever alguma coisa, afinal de contas, tem tempo demais que eu não escrevo.
E pensando no que tenho que fazer esse final de semana, me veio a doçura da amizade.

Essa semana convidei minha amiga Kamila para fazer um passeio super "bobinho": visitar umas feirinhas de artesanto. Sinceramente, achei que ela não aceitaria (é, Kamila, eu achei); mas, ela se mostrou tão animada, até porque ela também tinha que ver algumas coisas para comprar. Marcamos e combinamos.

E eu fiquei pensando em como um amigo de verdade é raro hoje em dia, desses que estão do seu lado em todos os momentos, sejam eles alegres, tristes ou mesmo, "bobinhos". Porque, convenhamos, não é todo mundo que se disponibilizaria a ir em pleno domingo de manhã a uma feirinha de artesanto!!!

Tudo que posso fazer é agradecer ao Senhor pelos amigos que Ele me tem dado. Eu posso dizer que tenho verdadeiros amigos, e deles não abro mão.

Alguns estão na tela do meu computador, me chamando pelo msn todo dia!
Alguns me procuram especialmente quando tem necessidade de companhia; às vezes fico chateada, e como são meus amigos, eu falo mesmo. Mas a verdadeira amizade sabe compreender que eles estão lá pra toda hora, só que não é toda hora que eles te chamam.
Tenho alguns amigos que me mandam cartas; sim, aquelas escritas à mão, e que odeiam mandar alguma notícia por email. Desses eu não me desgrudo, apesar dos 1000 kms de distância; é sempre um prazer imenso escrever cartas e histórias.
E ainda tenho aquela amiga de perto, que preencheu o vazio da distância, e tomou o seu próprio lugar no meu mundo; que me acompanha em Encontros e Reencontros, shoppings e feirinhas de domingo.

De todos tenho saudades, a todos amo de forma especial e carrego-os no coração para me lembrar que ainda vale a pena ser simplesmente amigo.

Rachel=)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pela competência. Pela incompetência

Saudações rubro-negras, queridos leitores.
Desculpem a demora, sei que o título foi conquistado há três dias, mas estava sem muito tempo para sentar e declarar meu amor ao Rubro-Negro!!
Como eu havia dito, fomos campeões!! E que final de campeonato tivemos! Como todos já sabem, tínhamos quatro grandes times ainda na esperança do título.

Sendo flamenguista, por 40 minutos cheguei a não acreditar que o título viria; mas, não foi assim que o jogo terminou! Fomos campeões! Hexa Campeões (e CBF nenhuma vai convencer flamenguista algum de que somos penta!!!).

Mas o título deste post tem uma razão: esse foi o campeonato em que a competência e a incompetência atingiram seus limites!! Flamengo, Fluminese, Botafogo, Cruzeiro; times que provaram que basta querer e fazer a sua parte que tudo é possível! Palmeiras, São Paulo, Corinthians; os dois primeiros tropeçaram em si mesmos na reta final do campeonato, como eu havia dito, nem Libertadores o Palmeiras conseguiu; o terceiro, desistiu ainda quando poderia lutar e brigar por um algo mais.

Tirando lições desse campeonato mais do que emocionante, temos que o impossível não existe! Sei que as vezes precisamos contar com o imprevisível, mas se fizermos nossa parte, o universo se encarrega de fazer o resto.

É CAMPEÃO!!!! FLAMENGO, HEXA CAMPEÃO!!!

A Flamenguista da vez,

Rachel=)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O sentimento de Cristo

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus..." (Fl. 2:5)

Eu sei, esse texto fala principalmente da humildade, mas não há uma expressão melhor do que esta para o meu texto de hoje.
Por diversas vezes encontramos a expressão "íntima compaixão" nos livros do Evangelho. O bom samaritano moveu-se de íntima compaixão (Lc. 10:33), o pai do filho pródigo da mesma forma (Lc. 15:20). Mas quem realmente mais teve esse sentimento foi Jesus; encontramos várias vezes "e movendo-se de íntima compaixão...".

Hoje, quando estava indo para o serviço, descendo a rua vi um senhor bem trajado, sentado em uma cadeira no meio da calçada, com uma garrafinha de água nas mãos. Ao passar por ele, percebi que suas mãos estavam feridas, bem como seu rosto e seus braços. Continuei andando, mas algo me fez voltar para perguntar se ele precisava de ajuda. Ele agradeceu e disse que não. Segui meu caminho, mas me veio ao coração o texto de hoje: o sentimento de Cristo.

Antes de curar, muitas vezes sobreveio sobre o Senhor um sentimento de "íntima compaixão"; afinal de contas, Ele detinha sobre si o poder do Espírito Santo, e poderia aliviar a dor daquelas multidões.
Jesus não era movido por orgulho ou um ideal de altivez; não queria ser visto ou exaltado, mas sempre dava a glória ao Pai. O sentimento que movia Jesus era simples e puro: compaixão, íntima compaixão.

Compaixão é formada de dois radicais: com + paixão; todos sabemos o que a paixão pode fazer. Ela é desesperadora, arrebatadora, você só consegue ver aquilo.
Cristo não apenas era movido por uma com + paixão; era uma íntima compaixão, um sentimento tão forte, tão desesperador que a única solução que Ele poderia tomar era curar, aliviar, trazer o Reino para aquelas vidas aflitas.

Queria saber aonde está a Noiva do Noivo que se move com íntima compaixão pelas almas; cadê a Igreja que se prostra e se consome por amor aos perdidos; alguém me aponte aonde estão as ovelhas que seguem o seu Pastor ao campo de feridos.
O apóstolo Paulo disse: Tende em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus... eu não me lembro de Cristo com sentimentos de soberba, de grandeza, de ganância, ideiais de megas construções ou abastecido com o emocionalismo do povo.

Cristo moveu-se de íntima compaixão e curou, salvou, trouxe vida e redenção. E tudo que Ele deixou para a Igreja foi a ordem de ir, pregar o evangelho a toda criatura, curar os enfermos e expulsar os demônios.
Ele não mandou construir gigantescos templos, Ele não mandou criar 24 mil denominações, Ele não mandou pedir dinheiro para que as portas e janelas (e até o telhado) do céus se abrissem. Ele só mandou ir, pregar, curar e libertar! Apenas isso.

Mais uma vez me perguntou: Aonde está a Noiva do Noivo? Aquela que se adorna a si mesma, aquela que tem roupas alvas, mas não se importa de carregar os feridos, de levantar o caído, de estender a mão ao desamparado. Aonde está a Noiva do Noivo que se move com íntima compaixão por aqueles que andam a passos largos para as portas da perdição?

Aonde está a Noiva do Noivo?